Pets no condomínio: Como conquistar um ambiente saudável para todos

Um animal de estimação pode mudar a vida de qualquer família. É comprovado que quem tem afeto e carinho por algum bichinho, se sente mais feliz em sua vida. Porém um animal de estimação requer planejamento e cuidados assim como um filho. Para as pessoas que moram em condomínios os cuidados devem ser redobrados.

Conheça as regras do lugar onde você vive e se informe sobre as condições necessárias para ter um pet no seu condomínio. Seguir as normas pré-estabelecidas, como o uso de coleiras e guias nas áreas comuns, pet no colo ao acessar os elevadores, usar saídas de serviço, entre outras é fundamental.

Confira algumas dicas importantes para ter uma boa convivência com seu animal de estimação e seus vizinhos.

 

1 – Segurança

Instalar redes de proteção também é um cuidado essencial na hora de trazer o pet para casa, pois o mantém fora de perigo e o deixa seguro para correr e brincar pelo ambiente doméstico. Além disso, é preciso levar em consideração que os animais podem escapar e importunar outros moradores.  É preciso também verificar tempo em tempo se o pet não está roendo a tela.

 

2 – ELEVADOR

Para as pessoas  que vivem em apartamentos, onde o elevador é utilizado diariamente, é preciso tomar alguns cuidados especiais para manter o ambiente sempre higiênico para todos os moradores. Na maioria dos prédios a regra básica é que o animal só pode utilizar o elevador se estiver no colo do seu dono, e de preferência utilizar o elevador de serviço, se possível.

Assim você evita que algum acidente inesperado aconteça com seu bichinho na presença de outros moradores.

 

 

3 – Barulhos emitidos pelos animais

 

É da natureza dos animais emitirem sons para se expressar e se comunicar. Impedir a emissão do som por parte dos bichinhos é impossível, porém alguns cuidados podem ser tomados para evitar transtornos com a vizinhança. Em primeiro lugar, é preciso analisar as causas do barulho. Alguns cães e gatos, por exemplo, utilizam o som para tentar dizer que estão com fome, tristes, entediados, assustados e até mesmo estressados.

A principal dica é induzir a prática de exercícios físicos, seguindo uma rotina de acordo com o tipo e a raça no animal. No caso de cachorros de grande e pequeno porte, é fundamental levá-los  para passear de uma a duas vezes por dia, e se possível, aproveitar o momento para estimular o contato com outros animais. Já os gatos, embora sejam aparentemente bem diferentes, seguem com a mesma prática, já que qualquer pet pode desenvolver fobias e depressão se permanecerem por muito tempo trancados dentro de casa. Inclusive, quando acostumados desde de pequenos, os felinos adquirem o hábito de passear com seus donos usando guia, sem medo ou agressividade.

Livre do estresse, o pet dificilmente irá incomodar os vizinhos com choros, latidos ou miados excessivos.

 

 

4 – Necessidades dos animais

As necessidades fisiológicas dos pets também costumam ser motivo de discórdia entre moradores de condomínios, afinal ninguém quer chegar em casa e encontrar xixi de cachorro bem na frente à sua porta. Uma das dicas para driblar essa questão é ensinar o pet a fazer as necessidades dentro de casa, além de evitar encrenca com quem mora ao lado, o comportamento é mais saudável para os bichinhos.

Não é recomendado fazer as necessidades fora do lar por causa da dependência que é criada entre o dono e seu pet. Imprevistos acontecem e o animal pode ficar segurando o xixi e cocô por muito tempo, em situações em que o dono esteja impossibilitado de acompanhar, isso pode facilitar doenças como, por exemplo, infecções urinárias.